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Espetinhos de Escorpião e outros animais exóticos – Viagem pra China #12

Resumo em vídeo:

Na noite anterior a gente viu que ao lado do nosso hostel havia uma confeitaria/cafeteria muito bonita e aparentemente muito chique. A gente não queria gastar muito, mas ficou bem curioso para saber como era lá dentro. A porta era fosca e não permitia que as pessoas de fora vissem como era por dentro, mas reparamos que entrava muita gente lá, então algo devia ser muito bom. Combinamos que na manhã seguinte iríamos entrar, ao menos para ver os preços.

Antes de sair para nosso passeio do dia fomos executar nosso combinado. Entramos para ver o que tinha e quanto custava. Para nossa surpresa o lugar tinha o preço bastante justo, e como imaginávamos, beeem chique. O modo de escolha dos lanches é bem simples. Você pega uma bandeja, seleciona o salgado/doce que você deseja com um pegador e coloca em seu prato. As bebidas você pega direto no caixa. Pqna Dai pegou um salgado de milho e eu um salgado que continha presunto e queijo. Na China é muito comum os salgados terem pitadas doces e o frango ter pimenta.

Saímos de lá rumo a Cidade Proibida, um dos pontos que queríamos muito conhecer, mas quando fomos estava fechado por ser segunda-feira (único dia que não abre). Na redondeza já era possível ver a quantidade de visitantes que aquele lugar recebia e iria receber. Próximo a entrada já havia uma revista mais rígida onde inclusive tirava nossas fotos e olhavam nosso passaporte. A entrada era um pouco mais pra dentro e por sorte estava vazia. O ticket custava 80 RMB (40 reais por pessoa), para um lugar famoso como esse, achamos MUITO barato!

Não temos como intenção explicar a história sobre o local, visto que há muitos outros blogs que podem trazer mais detalhes e conteúdo sobre isso. O nosso intuito é apenas de mostrar um pouco do que fizemos e como fizemos. E pra dizer bem a verdade, apesar daquele local conter um peso histórico gigantesco, não superou toda minha expectativa. Por tudo que representa, imaginei que seria algo diferenciado. É bonito de se ver, vale a pena visitar, mas não espere fazer um passeio que vá te surpreender tanto.

Saindo de lá fomos até o nosso outro passeio que a Pqna Dai tanto desejava, conhecer a rua dos espetinhos de escorpião. Aquilo não me agradava muito, mas pela experiência fomos visitar. O nome do local é Wangfujing, numa rua transversal a uma famosa rua de compras de Pequim, na China. O cheiro daquilo era perceptível a distância. Começamos a caminhar pela feira e era impossível não se admirar com tamanhas iguarias que ali se encontravam. Os escorpiões, por exemplo, tinha opção para ser consumidos vivos. Foi um grande choque ver aqueles bichos espetados se mexendo.

Enquanto caminhávamos havia muitos outros bichos que mal sabíamos seus nomes, mas que não atraíam em nada aos nossos olhos. Era difícil imaginar como eles comiam tantos espetinhos exóticos. No caminho ainda encontramos cobras, frutos do mar, aves e frutas. Este último até que era possível encarar, mas no meio de tantas coisas diferentes e daquele cheiro forte, nos tirou a coragem.

Quando a gente estava no Brasil, colocamos na cabeça deveríamos experimentar tudo que fosse diferente, para que pudéssemos viver uma experiência inusitada e que pudéssemos contar para os outros o que realmente sentimos. Mas na hora H essa vontade some! Notei inclusive que os próprios chineses não comiam isso. Apenas um chinês estava comendo escorpião, enquanto outros dois rapazes experimentavam para uma matéria pra TV. Isso me fez pensar se eles realmente comem isso, ou foi criado um mito de que é uma refeição comum para eles, até porque só vimos essas iguarias em Pequim.

Sem coragem, resolvemos sair da feira e ir andar na rua das compras. Nada nos chamou a atenção, seja pelo preço ou pelas marcas luxuosas. O jeito foi parar pra comer em algum lugar, já que novamente estávamos sem almoço. O destino foi a Pizza Hut novamente, queríamos provar a pizza deles. O grande problema é que o cardápio com as refeições nos chamavam mais atenção do que o próprio lanche. Eu acabei pegando um spaghetti a bolonhesa, a Pqna Dai resolveu experimentar um prato estranho e que, apesar de bonito, não estava nada saboroso.

Com a barriga cheia, resolvemos ir ao banco trocar um pouco mais de dinheiro. A opção de escolher os bancos ao invés das casas de câmbio se devem pelas conversões mais baratas e isenção de taxa de comissão. O grande problema é que pegamos uma fila, onde o rapaz da nossa frente tinha milhares de coisas para resolver. Eu simplesmente dormi enquanto esperava. Ficamos mais de 1 hora esperando apenas uma pessoa a ser atendida na nossa frente. Cansado de esperar, pedi quanto tempo mais levaria, e ouvi como resposta: mais uns vinte minutos. Não tivemos escolha, acabamos saindo de lá e voltamos ao nosso hostel pegar nossas malas.

Logo fomos a estação central de trem em Pequim para nossa viagem até Nanquim. O grande problema era o tempo livre que teríamos até nosso horário. Tivemos que enrolar mais de uma hora dentro do McDonalds e depois ficar bom um tempo sentado na estação para poder entrar no trem. O pior de tudo isso era o cansaço do dia todo caminhando. Mal esperávamos para poder chegar no nosso vagão e deitar em nossas camas.

No post de amanhã mostraremos a cidade de Nanquim, onde realizamos um lindo passeio e ainda encontramos um lugar super legal para compra. Não deixe de se inscrever em nosso canal para assistir em primeira mão, acesse www.casal.tv

Sobre Frasco

Frasco
Publicitário / Especialista em marketing digital, 30 anos. Workaholic. Santista e viciado em Futebol. Dedica seu tempo de lazer para a Pqna Dai. Programa favorito: cinema, fast-food e dormir, mas só pode fazer o último por falta de dinheiro. Sua principal habilidade foi conseguir enrolar a Pqna Dai quando perguntado sobre casamento. Mas acabou cedendo.

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