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Nosso passeio mais perigoso em Lima – Viagem ao Peru #08

Na noite anterior ficamos pensando muito sobre um passeio que estávamos afim de fazer. Quando pedi sugestões de lugares para compra, a dona do apartamento nos indicou ir para Gamarra, um local bastante conhecido em Lima e que fica situado no bairro de La Victoria. O local ficava a 40 minutos de nosso apartamento e era super recomendado pela questão dos preços e qualidade dos produtos, justamente o que estávamos querendo. O grande problema é que todas as recomendações que líamos tinha um porém que nos assustava: a segurança.

Esse foi o grande motivo das nossas conversas. Será que deveríamos arriscar, mesmo sabendo de todos os riscos que iríamos correr? Ou será que as recomendações vinham de pessoas que não tinham o cuidado necessário? Além de várias e outras dúvidas. Bom, depois de uma noite e uma manhã conversando, eu continuava muito nervoso. Se ocorresse alguma coisa eu ficaria incomodado com minha consciência dizendo: “EU TE AVISEI. SABIA QUE VOCÊS NÃO DEVERIAM IR”. Mas e se não fosse tudo aquilo? Uma confusão não acham?

Pqna Dai me encorajou a irmos e então armamos um plano para que pudéssemos ir em segurança. Escolhemos apenas um celular para urgências e chamar o Uber, dinheiro e uma bolsa escondida com dinheiro extra, além dos nossos documentos. SÓ! Pedimos desculpas por não fazer nenhum registro fotográfico ou em vídeo, mas isso era marcar bobeira demais. Fechamos todas as nossas malas do apartamento, pegamos um Uber e fomos.

A nossa saída foi cedo demais, pois segundo um atendente do restaurante as lojas abriam 8h da manhã e que deveríamos chegar cedo (o que é uma inverdade), a maioria abre às 10h, apesar de poucas lojas estarem abertas às 9h. A nossa sorte é que pegamos um Uber compartilhado, e ele fez uma volta gigantesca pegando dois passageiros para destinos diferentes, antes de nos levar ao nosso destino. Isso fez com que ganhássemos tempo e chegasse perto das 10h. Para matar o tempo, ficamos numa pracinha movimentada para nos ambientar e ficar de olho no que acontecia ao nosso redor.

Com algumas lojas abrindo, logo começamos a visitar. Haviam lojas de marcas peruana, fabricação própria e também aquelas falsificadas. Era necessário fazer a pesquisa, analisar o material e negociar o preço antes de fechar a compra. Por sorte a maioria dos produtos tem uma qualidade ótima, e preços super negociáveis. Eles sabem que se perder por preço, você achará o mesmo na loja mais a frente. Isso ajuda muito. Ficamos mais de 3 horas passeando pelo local e vendo tudo que poderíamos comprar . Era MUITA coisa! Eu, por exemplo, quase saí de lá com mais de 20 camisetas! O peso que não ajudou mesmo hahaha.

Finalizado nosso passeio, eu puxei o celular na praça para pedir um Uber. Nesse momento a Pqna Dai fazia a proteção para que ninguém viesse correndo e puxasse o celular. Mesmo assim, muita gente passava perto e nos vigiava. Passados 15 minutos chegou nosso carro, que demorou devido ao grande tráfego na região, e pudemos enfim sair de lá com nossas comprinhas. Ah! Nós fizemos um vídeo de todas as nossas compras da viagem, será um dos últimos episódios. Então fica ligado e se inscreve no canal (www.casal.tv).

Autor
Criador do Coisa de Casal
Publicitário / Especialista em marketing digital, 30 anos. Workaholic. Santista e viciado em Futebol. Dedica seu tempo de lazer para a Pqna Dai. Programa favorito: cinema, fast-food e dormir, mas só pode fazer o último por falta de dinheiro. Sua principal habilidade foi conseguir enrolar a Pqna Dai quando perguntado sobre casamento. Mas acabou cedendo.
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Criador do Coisa de Casal
Publicitário / Especialista em marketing digital, 30 anos. Workaholic. Santista e viciado em Futebol. Dedica seu tempo de lazer para a Pqna Dai. Programa favorito: cinema, fast-food e dormir, mas só pode fazer o último por falta de dinheiro. Sua principal habilidade foi conseguir enrolar a Pqna Dai quando perguntado sobre casamento. Mas acabou cedendo.

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