Visita rápida ao México – Viagem para China #03

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Resumo em vídeo: 
Finalmente saímos do Brasil para dar mais um passo rumo ao nosso destino final, a China. No caminho fizemos escala na Cidade do México, onde deveríamos esperar por 9 horas até nosso próximo voo. Algum tempo atrás, o México era um dos nossos destinos favoritos para nossas viagens, inclusive a lua de mel, então estávamos empolgadíssimos com a oportunidade de poder conhecer e ter esse tempo para visitar o máximo possível de lugares.

Chegando no aeroporto de Benito Juárez, na Cidade do México, logo nos deparamos com uma longa fila da imigração. Tivemos que esperar por quase duas horas pra conseguir mostrar nossos passaportes e malas. Apesar do cansaço da viagem, nem passou por nossas cabeças ficar dentro do aeroporto descansando, então logo chamamos um uber para nos levar até o centro da cidade. O motorista foi bastante atencioso e deu várias dicas de lugares que poderíamos conhecer e comer perto do nosso destino, a Praça da Constituição, principal praça da Cidade do México e popularmente conhecida como “el Zócalo”.

Paramos em frente a Catedral, um local bastante frequentado, mas que estava passando por reformas devido o terremoto de setembro deste ano. Por sorte aquele era um dos poucos dias em que estava aberta.

Praça da Constituição “el Zócalo” e a Catedral ao fundo

Sem um destino estabelecido, resolvemos andar pela região, mais precisamente um calçadão que tinha várias lojinhas e restaurantes. A variedade de lojas era grande, mas o mais impressionante era a quantidade de vendedores na rua tentando vender óculos de grau e lentes de contato! Como eu estava com óculos, eu era um dos alvos deles. De resto, nada chamava muito nossa atenção, já que não tínhamos intenção de fazer compras.

As ruas do centro são muito seguras, por mais que houvessem pessoas estranhas, logo víamos diversos policiais, andando ou parados no semáforo, sempre estavam em pares. Aliás, a segurança é tão grande que quando tentamos entrar em uma loja de roupas, havia um segurança que nos barrou e pediu para que abríssemos a mochila. Como sempre fechamos com abraçadeiras e mostramos que não teríamos como abrir, logo pediram para nos retirar. No começo até fiquei chateado e um tanto quanto bravo, mas logo reparamos que isso acontecia na maioria das lojas grandes.

Enquanto caminhávamos pelo calçadão, um restaurante nos chamou a atenção. Como a fome já estava dando o ar da graça, resolvemos parar. Pqna Dai resolveu experimentar um prato chamado chilaquiles, com nachos, feijão, queijo e frango; e eu um baguette, com feijão, guacamole e outros ingredientes comuns, incluindo batata frita. Por mais que pedimos que não colocassem pimenta, o da Pqna Dai já era naturalmente apimentado e por isso não foi finalizado, já o meu foi uma delícia e não sobrou nada.

Logo após o café da manhã fomos atrás de mais lugares turísticos e uma lojinha de lembrancinhas, pois mesmo sabendo que voltaríamos a passar pela cidade na volta da China, não sabíamos se conseguiríamos tempo e fôlego pra fazer um novo passeio. O grande problema foi achar uma simples loja de lembrança! Chegamos a andar por ruas e lugares mais afastados, onde o policiamento já não era mais presente. As lojas eram totalmente desorganizadas e com suas mercadorias quase colocadas na rua. Então logo decidimos voltar, sem sucesso com as compras.

Enquanto andávamos atrás das lojinhas de lembranças, passamos em frente ao Palacio de Bellas Artes

No caminho pudemos ver o Museu do Templo Mayor, e passar pelo Palacio de Bellas Artes. E quando estávamos quase desistindo, achamos uma lojinha com vários artigos religiosos, mas que também tinha diversas lembrancinhas lindas! Ali fizemos as nossas compras para levar lembrança para amigos e parentes.

E depois de comprar as lembrancinhas ainda pudemos tirar foto dentro da loja.

Para matar o pouco tempo que nos restava, paramos para tomar um sorvete que havia nos chamado atenção. Pedimos duas casquinhas com dois sabores: Pqna Dai escolheu triplo chocolate e macadâmia e eu pedi algodão doce e creme irlandes, que custaram 60 pesos mexicanos cada, cerca de 11 a 12 reais brasileiros. O algodão doce me encantou, mas o creme irlandes nada mais era que capuccino e não me atraiu tanto. Já a Pqna Dai ficou emocionada de deliciar os dois sabores dela.

Perto das duas horas da tarde chegou o momento de voltar para o aeroporto, onde as 16 horas devíamos estar embarcando. Por sorte escolhemos sair esse horário, pois o trajeto que levou apenas meia hora para ir ao centro, demorou mais de 1 hora pra voltar ao aeroporto. Enfrentamos um engarrafamento gigantesco que rendeu alguns cochilos na volta com o uber. O motorista desta vez foi pouco simpático e apenas respondia o necessário.

Jà no aeroporto e com o checkin realizado, logo entramos no avião para enfrentar mais 19 horas até a China. Não perca o próximo vídeo e post, aqui no nosso blog. Até lá!

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